O intervalo laboratorial aceita valores até 4.5 mUI/L como normais. Em medicina funcional, valores acima de 2.0 já podem associar-se a lentificação metabólica.
Não necessariamente. O intervalo laboratorial aceita valores até 4.5 mUI/L como normais, mas em medicina funcional valores acima de 2.0 já podem associar-se a lentificação metabólica, sobretudo em mulheres com sintomas como fadiga, frio ou queda de cabelo.
O intervalo funcional associado a função tiroideia óptima situa-se entre 0.5 e 2.0 mUI/L. A zona cinzenta entre 2.0 e 4.5 mUI/L é frequentemente relevante em mulheres sintomáticas e merece avaliação em contexto clínico.
Os sintomas frequentes de hipotiroidismo subclínico incluem fadiga persistente (especialmente de manhã), intolerância ao frio, aumento de peso sem alteração da dieta, queda de cabelo difusa, pele seca, obstipação crónica, nevoeiro mental, ciclo menstrual irregular e humor baixo sem causa aparente.
A função tiroideia é influenciada por estrogénio, cortisol, ferro, vitamina D e estado inflamatório: factores que flutuam ao longo do ciclo menstrual, gravidez, pós-parto e perimenopausa. Um défice de ferro, por exemplo, compromete a conversão de T4 em T3.